SCIENTIFIC COMMUNICATION: a review of its basic elements #leitura #artigo

Apontamentos.

ciência e tecnologia (C&T) em casas bancárias, restaurantes, postos de gasolina, lojas, televisão, semáforos, laboratórios, consultórios médicos e odontológicos etc.

e suas normas comportamentais.

Entendo o comportamento, histórico de uso do usuário que resulta no traço de um perfil de quem se utiliza da tecnologia, permitindo de certa forma a propagação do uso do inbound marketing e tantas outras ferramentas para atribuir valor ao trajeto do usuário no uso da internet e na guarda de dados.

CIÊNCIA – DISCUSSÃO CONCEITUAL E CRESCIMENTO 

Mas na Ciência,

Popper (1972, 1975) argumenta que a ciência evolui a partir de um processo de corroboração ou refutação de hipóteses e teorias, após análise criteriosa pela comunidade científica.

Esta relação de confrontos e cooperação entre ciência e sociedade é elemento gerador de crises, das quais resultam recuos e avanços, e a propalada crise dos paradigmas. 

o interesse maior da ciência é a emancipação do gênero humano, seja em relação à natureza, seja em relação às suas limitações sociais, culturais e existenciais.  

“...há integração da ciência com o sistema de produção. A industrialização passa pela ciência e a ciência passa pela industrialização” (Le Coadic, 1996, p. 28).

Le Coadic (1996) sintetiza os elementos que concorrem para o crescimento da ciência, nos tempos atuais: 

 a) ampliação das indústrias da informação e do conhecimento novos produtos no mercado: teletexto, videotexto, videodisco, fibra ótica etc.; novos processos de produção: miniaturização, automação etc.; novas atividades e novas empresas; 
b) mudança profunda na geografia das disciplinas científicas, mediante a ramificação de muitas (a Medicina é um bom exemplo) e a fusão de outras, como a telemática (telecomunicações + informática); 
c) avanço das novas tecnologias de informação e de comunicação (NTIC).  

*o estudo do desenvolvimento da ciência, a natureza dos sistemas de comunicação resulta vital para a ciência e está no âmago do método científico. 

A busca e a apreensão da informação independem da capacidade de percepção, da reflexão e do raciocínio. A semente que trata de descobrir elementos químicos para a germinação ou a planta que rompe a crosta da terra em busca da luz do sol estão se informando, tal como o cão que fareja um rastro, um gato que “sente” a presença do gato.

ciência das mensagens. Pouco a pouco, seu uso passa ao cotidiano para designar algo dito ou comunicado, quer tenha significação ou não para o receptor. Conseqüentemente, ocorrem mutações. A palavra informe destaca-se do substantivo informação e a forma ou estrutura desaparece do verbo informar. O termo adquire, para Le Coadic (1996), caráter “camaleônico”, pois assume funções, papéis e níveis variados, e é empregado de forma diversificada, como Urdaneta (1992) reforça. 

enquanto o indivíduo desloca-se através do tempo e do espaço e vivencia suas próprias experiências, é a informação o elemento que lhe permite conhecer a realidade, e portanto, é ela e somente ela que lhe permite caminhar com segurança e competir com seus semelhantes em condições de igualdade.

Enfatiza as diferenças de significado de uma comunicação na percepção de diferentes receptores, em consonância com o seu estágio inicial de conhecimento e a conseqüente habilidade de entendê-la ou na percepção de um mesmo receptor em diferentes momentos, à proporção que seu estágio de conhecimento sofre transformações, ao longo do tempo e de novas experiências. 

Semiologia. um sistema de signos (a linguagem), os quais associam um significante a um significado: alfabeto, palavras, sinais de pontuação. Em palavras concisas,.

 a constatação de uma deficiência ou anomalia do estado de conhecimento corresponde a um estado anômalo de conhecimento. Para corrigir tal anomalia, buscam-se informações, responsáveis, portanto, pelo novo estado de conhecimento, como representado mais adiante por Brookes (1980).

– a ansiedade de informação -, resultante do fosso cada vez mais profundo entre o que o ser humano é capaz de apreender e o que acha que deveria compreender,

O homem tem uma capacidade limitada de transmitir e processar imagens, o que significa que sua “...percepção de mundo é inevitavelmente distorcida por ser seletiva; não podemos notar tudo. E quanto mais imagens tivermos de defrontar, tanto mais distorcida será nossa visão de mundo.” 

o conhecimento pessoal é restrito ao indivíduo, enquanto o social ou público, no qual se insere o saber científico, está disponível à coletividade, registrando-se ainda o conhecimento semi-social, sem grande alcance coletivo. 

“...informação como oportunidade...”, pois permite intervir na realidade constituída através de estruturas de conhecimento contextualmente relevantes. É a inteligência social. Permite a uma determinada coletividade resolver com sucesso os problemas que surgem fazendo uso dos conhecimentos que detém, o que transforma esse elemento num processo social, coletivo, formulador de políticas e diretrizes públicas.

O que é justiça social? 

a comunicação é um ato, um mecanismo, é o processo de intermediação que permite o intercâmbio de idéias entre os indivíduos. A comunicação é um fenômeno natural e intrínseco ao homem, variando de acordo com as características dos grupos nos quais e entre os quais se efetiva. 

 comunicação científica, tal troca restringe-se aos membros da comunidade científica, de modo que Garvey, Griffith (1979) a conceituam como a comunicação que incorpora as atividades associadas à produção, disseminação e uso da informação, desde o momento em que o cientista concebe uma idéia para pesquisar até que a informação acerca dos resultados é aceita como constituinte do estoque universal de conhecimentos. 

Para Ziman (1984, p. 81), as comunidades científicas não são formalmente organizadas, prescindindo de regras escritas, regulamentos e normas que ditem seu funcionamento. Seus membros comparam-se a “...cidadãos livres de uma república democrática de erudição, ou (...) a uma comunidade de fazendeiros, cada um protegido em sua propriedade.”

uma divisão de trabalho bem mais complexa com atribuição de tarefas delimitada, centralização de autoridade mais visível, gerenciamento do processo de execução da pesquisa e monitoramento de informações. Bourdieu e a divisão do trabalho jurídico. 

aptidão, como disposição inata ou habilidade/ capacidade resultante de conhecimentos adquiridos. Aptidão, então, é o somatório de alguns itens, com destaque para o nível intelectual elevado ou mediano; a criatividade; a interferência de estímulos externos; a habilidade para integrar conceitos remotamente associados; a capacidade para interpretar o conteúdo semântico nas operações intelectuais. Reiterando a tendência atual de supervalorizar o profissional criativo e inventivo, o mencionado estudo constata que a inteligência é fundamental para o sucesso, mas não é decisiva. 

a inteligência é fundamental para o sucesso, mas não é decisiva.

No que concerne à personalidade dos pesquisadores, ainda que não exista um perfil típico ou alguém que detenha todos os traços, o CEPAC (1975) considera relevantes: curiosidade intelectual; sentimento de independência/autonomia; necessidade de isolamento, sobretudo em relação à vida afetiva [o que é questionável]; necessidade de comunicação no que se refere à vida profissional; flexibilidade/capacidade de conviver com o novo; ausência de repressão; senso de humor para enfrentar adversidades; perseverança; ordenação mental e tolerância. 

direitos da personalidade. proteção à curiosidade intelectual


Meadows (1999) distribui as motivações em dois grandes grupos: as de natureza psicológica, representadas por anseios de foro íntimo; e as de natureza social, vinculadas às influências dos grupos sociais nos quais o pesquisador interage. A princípio, parte da questão básica “Por que pesquisar?”, concluindo que a mesma relaciona-se com outra indagação “Por que cursar pós-graduação?”, identificando, entre doutorandos de áreas distintas, o desejo de crescer intelectualmente, como o motivo de maior incidência (96,90%), vindo após, em ordem seqüencial: (a) desejo de contribuir com a ciência; (b) interesse intrínseco na área; (c) forma de ingressar na carreira acadêmica; (d) possibilidade de melhor remuneração; (e) desejo de ser útil à comunidade. Na mesma linha, Le Coadic (1996) refere-se a duas categorias de motivações. Aquelas que emergem de preocupações de natureza científica, em que o mais importante é o amor à ciência, representadas por alternativas, tais como: consciência profissional como pesquisador; desejo de provocar debates e pôr à prova suas idéias; interesse genuíno no desenvolvimento da ciência; possibilidade de interferir no processo decisório. A segunda categoria inclui motivações relacionadas com os anseios pessoais, como: garantia de ascensão profissional; possibilidade de prestígio e sucesso; e a pressão acadêmica e institucional. 

A comunicação é o único comportamento comum a todos os cientistas, pois os demais são específicos de cada área, ou técnicos. A informação e a sua representação são os principais produtos” (Griffith, 1989, p. 600).

Normas de natureza orientacional e diretivas.


A objetividade elimina a particularidade. Storer.

Os direitos de propriedade na ciência reduzem-se, conforme Merton (1973), ao reconhecimento da autoria. Por sua vez, a única maneira pela qual um cientista pode requerer para si a autoria de descobertas e o reconhecimento dentre os pares é tornar público seu trabalho. As descobertas científicas devem ser automaticamente comunicadas à comunidade científica através de publicação, a fim de que os interessados possam utilizá-las. E esta corrida em busca da prioridade da descoberta científica implica originalidade, vista como a capacidade de levar a ciência para a frente, de explorar suas potencialidades, de criar alternativas, enfim, de garantir a dinamicidade intrínseca à ciência. Mas esta corrida não é privativa de indivíduos. Nações a praticam ostensivamente.

Normas Comportamentais. Ela define um padrão de comportamento “perfeito” para a comunidade científica e representa a idealização das regras tradicionais da ciência, uma vez que não reflete o dia a dia do pesquisador, contrastando com muitos aspectos da vida pessoal e social, o que inviabiliza sua prática plena.  

A primeira é a tensão permanente entre os que os cientistas pensam que deveriam ser como membros da comunidade científica e suas aspirações mais subjetivas e íntimas. A outra é a possibilidade da comunidade científica prescindir de normas, o que é improvável, visto que grupos sociais não sobrevivem sem regras.

É função do documento formal persuadir e convencer a comunidade científica e a sociedade como um todo de que os resultados então divulgados devem ser aceitos como conhecimento válido e consolidado.
  Documentos.  #função

networking. Duas pessoas bem fundamentadas sobre algum tópico conseguem com facilidade detectar as idéias e os resultados mais importantes de um artigo. Assim, o produto de um trabalho de anos ou meses a fio é transmitido em minutos, o que justifica a posição dos que insistem em que é mais fácil para um pesquisador receber a informação necessária de um colega competente do que enveredar na multidão de artigos perdidos entre centenas de nomes e milhões de fascículos de periódicos.

a estrutura e a dinâmica da ciência assemelham-se a um imenso quebracabeças, onde cada peça simboliza uma nova unidade do conhecimento, o sistema informal atua como o estágio em que os indivíduos reunidos em torno de objetivos comuns refletem sobre os mesmos problemas na busca de soluções, até que nova peça do quebra-cabeças seja adicionada de forma consistente. 

comunicação verbal informal. No caso específico da comunicação informal verbal, falta a permanência da palavra escrita, pois os indivíduos têm memória limitada e nem sempre perfeita, razão pela qual a transferência ulterior das informações repassadas sofre alterações, mediante supressões, acréscimos ou distorções.

propriedade intelectual. 

1. A propriedade intelectual armazenada mas não efetivamente utilizada tem valor econômico? 
2. A criação, produção, distribuição e o consumo dessa propriedade são melhor avaliados por um sistema que recorre a cópias impressas como forma de garantir seu valor? 
3. No caso de assinatura dos periódicos eletrônicos, há ou não limite para sua utilização? 
4. É permitido o empréstimo interbibliotecário de material eletrônico?

Os registros não passam por um filtro que garanta a qualidade dos dados (Anderson, 1991), priorizando-se o crescimento quantitativo das redes em detrimento dos aspectos qualitativos.

Se a Internet congrega cerca de 146 países de todos os continentes, 10.000 redes e 70 milhões de usuários, com a previsão de atingir 100 milhões de pessoas em todo o mundo até o final destes séculos, sem dúvida, tais usuários correspondem a uma fração ínfima da população mundial. Da mesma forma que é insensato partir da premissa de que a Internet está comprometida com a transnacionalização da cultura, não é recomendável entusiasmo exacerbado, ainda que propagandas maciças reforcem sua força como causa primeira de mutações. 

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